Jonathas Scott ¬¬ UI/UX Designer

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Crazy thoughts of Jonathas Scott a passionate Graphic and Interaction Designer, messing with the internet since 1995.

Qual o melhor bluray player ? (ps3 o melhor bluray player do mercado)

Há um tempo venho namorando telas enormes lcd, plasma, led e como um aficionado por filme como eu, glorificando a qualidade que o bluray proporciona e desejando-o mais e mais, apesar de desanimado com o preço abusivo que a tecnologia (players e mídias) chegam as prateleiras no mercado brasileiro.

Enquanto eu juntava uns grandes $$, comecei a pesquisar em sites diversos estrangeiros e brazucas sobre resenhas dos filmes, reviews dos players e preços.

Constatei então que dentre todos os players no mercado brasileiro, para usuários domésticos que não exigem muita coisa (THX) de seu hometheater apenas os saudáveis* (Dolby 5.1ch, DTS, LPCM) formatos de som, o melhor player de blueray atualmente é o Playstation 3 (PS3) de 80gb para cima. O console vem inclusive com saída DIGITAL OUT de áudio (assim como seu pai ps2) o que para aqueles que possuem um combo dvd+hometheater como eu, e não pretendem tão cedo trocar, com um pequeno cabo, você poderá atormentar os vizinhos com o som de alta definição do blueray.

Agora a outra parte boa, o PS3 é lindo, lindo em suas imagens, lindo como enfeite em sua sala, inclusive existem “skins de ps3″ e acessórios como controles remotos que podem ser compradas no mercado livre ou ebay. Eu aconselho a quem possa, comprar no ebay, é infinitamente mais barato e o shipping é free na maioria das vezes.

Eu experimentei o ps3 na casa de um amigo que acabou comprando-o de tanto que eu falei. Experiência única para a turma do Atari com eu, sei que em termos de user experience** e interatividade o Wii inovou e renovou seus artefatos (pistol, Nintendinho glove, etc…), mas seus fracos títulos e fraca qualidade no momento do boom de tvs, fullhd e sistemas bluray com certeza deixam a desejar quando procuramos qualidade visuais com cores maravilhosas e texturas quase reais nos jogos.

Ok, mas nem tudo são flores, o console é caro, os seus títulos de games para ps3 também e não existem no mercado paralelo, o mesmo serve para títulos em bluray se compararmos com seu primo dvd, os preços podem custar até 4 a 5 vezes mais num mesmo título, isso ocorre porque nossa zona-franca, ainda não fábrica tais títulos, e tudo é importado e como o público ainda é “erroneamente” entendido como um público A, as industrias não parecem ligar muito.

A grande solução para esse desconforto é a compra em sites online fora do país, sim, pois alguns filmes inclusive possuem legendas em portugues de portugal ou brazucas.

Lembrando que para compras internacioais é bom manter sua compra abaixo de 50U$ (preço produto+shipping) para o governo não taxar importação, e claro é preciso um cartão de crédito internacional.

É isso, se vocês está pesquisando como eu estava, não precisa mais, saiba que uma boa tv de plasma ou lcd que faça 1080i ou 1080p e seu ps3 e jogos como “big little planet” e “infamous” serão diversão garantidas para todos da família.

Isso tudo sem mencionar que o ps3 é region free, permite que você navegue diretamente no youtube, possui BDLive*** e possui um build-in media center de dar inveja ao xbox360 (que é muito bom bom sinal).

* mais infomações sobre ps3 e conversões de TrueHD sound neste fórum

** user experience envolve muitas questões inclusive o fluxo da interação, e nisso o wii peca muitas vezes, um bom exemplo disso é a pesquisa do meu amigo Marcelo Amaral sobre o wiishop channel. Esta pesquisa foi realizada na época de nossa pós-graduação (2007), com isso é possível que algumas mudanaças já tenham sido realizadas.

*** Permite interatividade de hipermídia como downloads de legendas e trailer, chats com diretores e coisas que ainda nem vimos, mais infomações sobre BDLIVE

Marcas são pessoas, opensource branding

AgênciaClick levou ao Campus Party a idéia de opensource branding, achei o texto intrigante e resolví criar uma releitura:

Obama OpenSource Branding - © http://www.flickr.com/photos/mashget/

Opensource People.

Houve um tempo em que pessoas eram nomes, apenas nomes. Os avanços (e recuos) econômicos, a incansável concorrência por mercados, o mix de culturas e povos, acabaram por conferir às pessoas um novo e crucial papel: o de transmitir ideias e ideais.

Tantos movimentos fizeram das pessoas referências de valores e comportamentos, ícones que têm o poder de capturar e mobilizar a atenção, a afeição e a memória das pessoas.

Pessoas ultrapassaram assim as fronteiras da comunicação publicitária, constituindo experiências que podem ser vividas, narradas e compartilhadas por seus consumidores.

Hoje, pessoas são conversações amplas, ricas, distribuídas, sobre as quais não há controle rígido – são essencialmente interativas, um tanto caóticas e, inevitavelmente, públicas.

Pessoas são obras abertas, destinadas a interpretações.
Por isso, perguntamos:

Será que a história do Linux, que surgiu da apaixonada cooperação entre milhares de entusiastas espalhados pelo planeta, não tem algo a ensinar às pessoas?

Será que as pessoas não têm o que aprender com esse exemplo de engajamento franco e livre?

Acreditamos que sim. Acreditamos em Open Source Branding.

Uma nova lógica que pede a participação das pessoas – estejam onde estiverem, no tempo que for, do jeito que quiserem. É aí que entram os meios digitais. Blogs, microblogs, comunidades, comunicadores instantâneos, celulares, formam o habitat natural para esse novo modo de ser da Comunicação.

Open Source Branding é um novo olhar, uma nova atitude na gestão de pessoas.

É assumir que a imagem de marca vai muito além do conteúdo oficial das campanhas. É abrir o coração e ter jogo de cintura para assimilar histórias, sentimentos, opiniões e (re)criações lançadas pelos consumidores.

É abrir a marca à inteligência que surge do coletivo.

(FIM do Manifesto)

O que percebe-se

A publicidade finalmente incorpora o espírito criando outro jargão, quem sabe? A releitura que fiz foi a simples troca da palavra “marcas” por “pessoas” em itálico. Podemos perceber que o texto continua fazendo sentido… interessante não?

O que importa é que SIM as empresas precisam se atentar para o que suas marcas realmente representam para seus consumidores, e ter a plena ciência de que ela faz parte do meio em que vive não de forma soberana mas na presença colaborativa e portanto assim como todas as pessoas ela é mutante e influênciada pelo meio.

Obama é OpenSource Branding.
Channel9 da Microsoft também.

Talvez agora com a iniciativa, empresas se tornem mais abertas, mais comunicativas, uma coisa assim mais ou menos como diz o Iluminador de mentes Luli.

Manifesto original em: http://clickaqui.agenciaclick.com.br/group/osb.
Site do Campus Party - http://www.campusparty.com.br/index.php/CP-Labs.html

Her morning elegance.

Awesome stop motion clip, never seen a stop motion over a bed before, and with such inspiring music as well. really awesome.