Fev 10, 2009 0
Interesting User Experience Evolution Timeline
via: Twitter
Fev 10, 2009 0
Fev 4, 2009 1
AgênciaClick levou ao Campus Party a idéia de opensource branding, achei o texto intrigante e resolvà criar uma releitura:
Houve um tempo em que pessoas eram nomes, apenas nomes. Os avanços (e recuos) econômicos, a incansável concorrência por mercados, o mix de culturas e povos, acabaram por conferir às pessoas um novo e crucial papel: o de transmitir ideias e ideais.
Tantos movimentos fizeram das pessoas referências de valores e comportamentos, Ãcones que têm o poder de capturar e mobilizar a atenção, a afeição e a memória das pessoas.
Pessoas ultrapassaram assim as fronteiras da comunicação publicitária, constituindo experiências que podem ser vividas, narradas e compartilhadas por seus consumidores.
Hoje, pessoas são conversações amplas, ricas, distribuÃdas, sobre as quais não há controle rÃgido – são essencialmente interativas, um tanto caóticas e, inevitavelmente, públicas.
Pessoas são obras abertas, destinadas a interpretações. Por isso, perguntamos:
Será que a história do Linux, que surgiu da apaixonada cooperação entre milhares de entusiastas espalhados pelo planeta, não tem algo a ensinar às pessoas?
Será que as pessoas não têm o que aprender com esse exemplo de engajamento franco e livre?
Acreditamos que sim. Acreditamos em Open Source Branding.
Uma nova lógica que pede a participação das pessoas – estejam onde estiverem, no tempo que for, do jeito que quiserem. É aà que entram os meios digitais. Blogs, microblogs, comunidades, comunicadores instantâneos, celulares, formam o habitat natural para esse novo modo de ser da Comunicação.
Open Source Branding é um novo olhar, uma nova atitude na gestão de pessoas.
É assumir que a imagem de marca vai muito além do conteúdo oficial das campanhas. É abrir o coração e ter jogo de cintura para assimilar histórias, sentimentos, opiniões e (re)criações lançadas pelos consumidores.
É abrir a marca à inteligência que surge do coletivo.
(FIM do Manifesto)
A publicidade finalmente incorpora o espÃrito criando outro jargão, quem sabe? A releitura que fiz foi a simples troca da palavra “marcas” por “pessoas” em itálico. Podemos perceber que o texto continua fazendo sentido… interessante não?
O que importa é que SIM as empresas precisam se atentar para o que suas marcas realmente representam para seus consumidores, e ter a plena ciência de que ela faz parte do meio em que vive não de forma soberana mas na presença colaborativa e portanto assim como todas as pessoas ela é mutante e influênciada pelo meio.
Obama é OpenSource Branding. Channel9 da Microsoft também.
Talvez agora com a iniciativa, empresas se tornem mais abertas, mais comunicativas, uma coisa assim mais ou menos como diz o Iluminador de mentes Luli.
Manifesto original em: http://clickaqui.agenciaclick.com.br/group/osb. Site do Campus Party – http://www.campusparty.com.br/index.php/CP-Labs.html